Na manhã desta sexta-feira (14) o elenco do Flamengo finalizou a preparação para o clássico contra o Vasco. Antes, porém, o zagueiro Réver concedeu entrevista coletiva no Ninho do Urubu e projetou o duelo pelo Campeonato Brasileiro.

“O momento do lado de lá pode não ser tão bom, mas não temos nada a ver com isso. Cada time tem a sua preocupação. Buscaremos a vitória a todo momento, como temos feito em todas as partidas, não será diferente amanhã”, destacou.

Atualmente, a equipe de São Januário amarga a 17 ª colocação na competição nacional e convive com constantes ameaças por parte da sua torcida por causa do risco do quarto rebaixamento. Mesmo com o momento complicado do adversário, o capitão rubro-negro não coloca o Flamengo como favorito para vencer o duelo.

“O clássico não tem favorito. É 50% para cada lado, independentemente da situação. Clássico é um divisor de águas. Muitos já dizem que o Flamengo não briga por títulos, acredito que as pessoas estejam confusas quanto a isso. Temos que melhorar, evoluir, e vamos buscar a vitória”

O Flamengo enfrenta o Vasco no próximo sábado, às 19h, no estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Confira outros trechos da coletiva

Clássico truncado

Acredito que será um clássico muito truncado. Não tem como fugir disso. Mas sem violência, todos nós pregamos a paz no futebol. Acredito que vá ser muito pegado de ambas as partes e temos que ter algo diferente para vencer a partida

Situação de Paquetá

O que está acontecendo com ele (Paquetá), é o que todo atleta gostaria. Chegou ao ápice cedo, seleção, pretendido por vários clubes europeus. Tem muita gente fazendo o necessário para que ele não se perca. Ele conseguiu alcançar o auge da carreira. Agora, é trabalhar para que não se perca. É bem assessorado”

A queda de rendimento que vocês falam pode ser pelo grande número de partidas. Ele já fez quase 50 jogos no ano, é uma coisa absurda. Chega um momento que o corpo precisa respirar. É um desgaste absurdo.

Momento do Vasco

Até joguei com alguns jogadores que estão no Vasco. Não tenho muito contato, mas o futebol é dessa maneira. Quando o resultado não vem, a cobrança chega, que às vezes não é tão leve. Passamos por momentos semelhantes e conseguimos reconquistar a confiança da torcida”

O protesto quando se torna violento foge do esporte. Do outro lado, também há pai de família, que tudo possa correr bem, mas que possamos prolongar esse mau momento do nosso adversário

Busca por espaços no ataque

“Precisamos de mais tranquilidade.Ficar mais com a bola, girar, tocar rápido, não adianta ficar pensando muito e ter paciência para que possamos colocar nossos atacantes em uma condição boa para poder finalizar em gol. Tendo um pouco mais de calma conseguiremos furar os bloqueios que estão sendo feitos diante da nossa equipe.

Confira a entrevista completa


Imagem destacada no post e redes sociais: Gilvan de Souza/ Flamengo

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