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De Diego Alves a Jorge Jesus: veja as análises e notas de quem atuou na raçuda vitória do Flamengo contra o Fortaleza no Castelão

Uma vitória improvável. Somente dessa forma pode ser classificada a virada imposta pelos comandados de Jorge Jesus contra o Fortaleza de Rogério Ceni.

Os dois times começaram o jogo com muitos desfalques. Do lado do Flamengo, suspensos pelo árbitro Bráulio da Silva Machado, Bruno Henrique e Everton Ribeiro fizeram muita falta para o sistema ofensivo do Flamengo. Além dos machucados Arrascaeta, Filipe Luís, Berrío, Rafinha, o Mister também perdeu Lucas Silva aos 15 minutos do primeiro tempo.

Os gols do Flamengo foram marcados no segundo tempo por Gabriel Barbosa, aos 37, e Reinier, aos 43. Confira as notas das atuações do Flamengo feitas pelos membros do grupo de Whatsapp do MRN Pensar Flamengo.


Diego Alves: Partida segura do goleiro rubro-negro. Quando exigido fez grande defesa em cobrança de falta perigosa. No lance do pênalti, foi na bola mas era indefensável. Diego mostra muita segurança nos jogos e cada vez mais vem demonstrando porque teve grande carreira na Europa. Nota: 7,5.

Por Rafael Albuquerque – Twitter: @O_RafaelAlbuque

João Lucas: Infelizmente é uma posição carente em nosso elenco, pois não temos um reserva para o Rafinha. Não foi bem, porém, ainda acho melhor que o Rodinei. O time do Fortaleza aproveitou esse lado fraco e a maioria de suas jogadas foi nas costas dele. No apoio foi nulo, pouco acrescentou. Nota: 4,0.

Entrou Rodinei: Entrou no fim. Sem nota.

Por Sérgio Ribeiro Twitter: @sergioribeiro04

Rodrigo Caio: Partida regular, sem comprometer. Não participou do lance do pênalti. Fez o que se espera durante o jogo para quem voltou da Seleção e fez uma viagem cansativa. Nota: 7,0.

Por Caroline Menezes – Twitter @kaka_menezes07

Pablo Mari: Partida regular. Bem nas bolas aéreas, antecipação e saída de bola como de costume. Entretanto, em um momento de desatenção e cobrindo as costas de Renê, cometeu um pênalti com o braço aberto. Nota: 6,0.

Por Willian Sian Herzog – Twitter: @willian_sian

Renê: Diante de um time que mal tentou atacar, Renê foi extremamente burocrático. Apareceu pouquíssimas vezes na linha de fundo, contribuindo muito pouco na criação das jogadas. De bom, apenas duas disputas de bola em que mostrou categoria para se desvencilhar do adversário. Nota: 5,0.

Por Edson Lira – Twitter: @edsonjslira

Arão: Melhor jogador da partida, dominou todas as ações do meio campo, bem na marcação e no controle do jogo. Caiu na esquerda, caiu na direita, veio por dentro, como disse anteriormente, dominou as ações do time, tanto na defesa quanto no ataque. Nota: 7,0.

Por Sérgio Ribeiro Twitter: @sergioribeiro04

Gerson: O Joker não fez uma boa partida hoje. Visivelmente cansado, precisa descansar. Não ajudou na marcação e sentiu muito o gramado ruim. Nota: 5,0.

Entrou Vitor Gabriel: O menino entrou como única opção de ataque e cumpriu seu papel afundando e prendendo os zagueiros adversários. Foi importante também no primeiro combate. Nota: 5,5.

Por Marcio Marcondes – Twitter: @mjmarcondes

Lucas Silva: Sentiu no início do jogo e foi substituído. Sem nota.

Entrou Piris da Motta: Faz o básico. A não ser que uma sequência de jogos melhore o futebol dele é o máximo que teremos desse jogador! Destrói e ocupa espaço; se considerar o que ele sabe, fez o que sabe. Nota: 6,0.

Por Ricardo Bitencourt – Instagram: @drbitenco

Vitinho: Começou bem, mas depois ficou mais escondido. Ainda apareceu em alguns cruzamentos, mas fez pouco no geral. Nota: 6,0.

Por Miguel Peters – Twitter: @miguelpeters

Reinier: Vinha fazendo uma partida pouco participativa o menino que foi o pivô de umas das discussões da semana. Talvez tenha sentido falta do habitual diálogo em campo com o craque Everton Ribeiro, mas o futebol, graças a Deus e a Jesus, costuma nos pregar peças e em poucos minutos a história de uma partida pode mudar. Esta é, inclusive, uma das razões pelas quais somos apaixonados por esse esporte. No fim, o menino que fazia partida discreta, tornou-se mais do que o protagonista das manchetes da semana, virou na verdade o herói da gigante vitória rubro negra. Vitória na raça, na garra, na camisa. Vitória de um time com jeito, sorte, e principalmente, futebol de campeão! Nota 8,0.

Por Marcelo Franco – Twitter: @FrancoMarcelo_

Gabigol: Não fez uma grande partida, porém deixou a sua marca para compensar o sacrifício que fez para estar em campo. Não bateu bem o pênalti, mas quando a fase é boa, a bola dá sua ajudinha. Artilheiro absoluto do futebol brasileiro. Nota: 7,0.

Por Ivo Junior – Twitter: @ivofsjr

Jorge Jesus: Com tantos desfalques não inventou, embora pudesse ter começado com Piris e adiantado o Gerson, mas com a lesão do Lucas Silva acabou fazendo a substituição que a maioria esperava antes do início da partida. Achei que demorou tirar o João Lucas que estava muito mal para colocar Rodinei. Embora tenha sido nosso pior jogo sobe seu comando, saímos com a vitória que é o mais importante. Nota: 6,0.

Por Verônica Coutinho – Twitter: @Vevecoutinho

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