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Por Adriano Melo.


 

1 – VICE Estadual 1978 // Flamengo 1-0 Vasco;

2 – BI VICE Estadual 1979 Especial // (empatado com o Fluminense, não houve final);

3 – TRI VICE Estadual 1979 // Vasco 2-3 Flamengo;

4 – VICE Brasileiro 1979 // Internacional 2-1 Vasco;

5 – TETRA VICE Estadual 1980 // Fluminense 1-0 Vasco;

 

 


6 – PENTA VICE Estadual 1981 // Flamengo 2-1 Vasco;

7 – BI VICE Brasileiro 1984 // Fluminense 0-0 Vasco;

8 – VICE Estadual 1986 // Flamengo 2-0 Vasco;

9 – VICE Estadual 1990 // Vasco 0-1 Botafogo;

10 – VICE Supercopa do Brasil 1990 // Vasco 0-0 Grêmio (agregado 0-2);

 

 


11 – VICE Estadual 1996 // Vasco 0-0 Flamengo;

12 – BI VICE Estadual 1997 // Botafogo 1-0 Vasco;

13 – VICE Copa Interamericana 1998 // DC United-EUA 2-0 Vasco;

 

 

14 – VICE Mundial Interclubes 1998 // Real Madrid-ESP 2-1 Vasco;

15 – VICE Estadual 1999 // Vasco 0-1 Flamengo;

16 – VICE Torneio de Verão FIFA 2000 // Vasco 0-0 Corinthians, pênaltis Vas 3-4 Cor;

 

 


17 – VICE Torneio Rio-São Paulo 2000 // Palmeiras 4-0 Vasco;

18 – BI VICE Estadual 2000 // Vasco 1-2 Flamengo;

19 – TRI VICE Estadual 2001 // Vasco 1-3 Flamengo;

20 – VICE Estadual 2004 // Vasco 1-3 Flamengo;

 

 

21 – VICE Copa do Brasil 2006 // Vasco 0-1 Flamengo;

22 – TRI VICE Brasileiro 2011 // (pontos corridos, não houve final);

23 – VICE Estadual 2014 // Flamengo 1-1 Vasco;

24 – VICE Estadual 2018 // Vasco 0-1 Botafogo, pênaltis Vas 3-4 Bot;

25 – BI VICE Estadual 2019 // Flamengo 2-0 Vasco;
 

* * *

Com a atualização da divertida relação de vices do nosso vice pra sempre (que atinge a notável marca de 3 medalhas de prata a cada 5 anos), encerro as tratativas sobre o outrora charmoso torneio estadual que hoje se resume a uma extensa pré-temporada (não tão) de luxo.

A partir deste final de semana, o Flamengo estará às voltas, de forma simultânea, com a disputa dos principais campeonatos da temporada, para os quais, teoricamente, preparou-se, ou deveria ter se preparado. Não estamos tão bem como poderia supor a grotesca superioridade demonstrada na Final do Estadual (cuja unanimidade, na imprensa, só encontra resistência entre os que recalcitram, por motivos pessoais, em enxergar os fatos), mas também estamos longe do “bando”, “zona” ou “bagunça” sugerida por algumas atuações ruins identificadas no percurso.

Há espaço para evolução. Que rolem os dados.

E que comecem os jogos.

 


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