Flamengo reencontra lateral Léo, promessa que virou prejuízo

Flamengo reencontra lateral Léo, promessa que virou prejuízo

Neste domingo na Arena da Baixada, um jogador do Flamengo entrará em campo pelo time adversário: o lateral-direito Léo, emprestado ao Atlético-PR desde o início do ano – pelas novas normas da CBF, atletas emprestados não podem ser impedidos de enfrentar seus clubes. O confronto ilustra uma situação complicada para o Flamengo: o que fazer com Léo em 2017 para tentar, no mínimo, reduzir o prejuízo com a sua contratação.

Destaque do próprio Atlético-PR na campanha do vice-campeonato da Copa do Brasil de 2013 e do terceiro lugar no Brasileiro do mesmo ano, que levaram o clube curitibano à Libertadores pela primeira vez em nove anos, Léo foi contratado pelo Flamengo no início do ano seguinte, causando polêmica com o Atlético-PR, que acusou o Mais Querido de aliciar o atleta, que pertencia ao Vitória, para que ele preferisse a Gávea. Segundo informações da época, o Flamengo pagou R$ 2 milhões ao clube baiano por 50% do passe de Léo.

leo-2014

No Flamengo, Léo nunca se firmou. Teve uma série de lesões que o deixaram longos períodos sem poder atuar. E nas poucas vezes em que esteve disponível, deixou péssima impressão no empate em casa contra o Bolívar, na Libertadores, e na goleada sofrida para o Atlético-MG que levou à eliminação da Copa do Brasil. No total, disputou apenas 11 jogos pelo Flamengo e marcou dois gols, ambos pelo Campeonato Carioca.

Em 2015, foi emprestado ao Internacional, também sem sucesso, e o Flamengo decidiu investir em Pará. Em 2016, novo empréstimo, desta vez para o Atlético-PR. Lá, Léo reencontrou seu futebol e se tornou titular absoluto da lateral direita: disputou 29 dos 37 jogos do Campeonato Brasileiro. O bom desempenho, porém, não faz o Flamengo cogitar aproveitar o jogador: além de Pará, agora conta com Rodinei para a lateral direita e se considera bem servido na posição.

A opção de renovar mais uma vez o empréstimo é ruim, já que o contrato de Léo termina em dezembro de 2017, o que significa que a partir de julho ele é livre para firmar pré-contrato com qualquer outro clube e sair de casa. O ideal seria vender Léo para o Atlético, mas o clube paranaense até aqui não se manifestou sobre a possibilidade de exercer o direito de compra. Nesse sentido, uma classificação para a Libertadores poderia ser decisiva: o problema é que para garantir vaga na competição sul-americana, o Atlético precisa justamente vencer o Flamengo, que por sua vez necessita da vitória para garantir a premiação de R$ 10,7 milhões do vice-campeonato – uma diferença de R$ 3,4 milhões para o terceiro colocado, superior do que o dinheiro que o Flamengo gastou com Léo.

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