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Desilusões de um excesso de confiança precoce. É assim que começamos essa análise da volta do Mais Querido a mais uma rodada de Campeonato Brasileiro, no Maracanã, contra adversário direto na briga pelo título, São Paulo, no reconhecido “jogo de 6 pontos”, que termina amargo para o lado rubro-negro. Principalmente por ter tido uma atuação digna para quem voltou de um mês de inatividade de jogos oficiais, mas repleta de desajustes que influenciaram no placar final.

Já na formação, alterações advindas de vendas e escolhas técnicas e táticas. Réver assume a titularidade pela esquerda fechando o miolo da defesa ao lado de Léo Duarte. Se merecido ou não, pode-se concordar que não foi surpreendente sua presença nos 11 iniciais. Mais a frente dos zagueiros, Rômulo recebe sua 543ª oportunidade – mais do que questionável – de mostrar serviço. Pela ala esquerda, para suprir a ausência do jogador mais decisivo do primeiro semestre, temos a entrada de Marlos Moreno. Por fim, Guerrero volta a liderar o ataque como centroavante.

A alteração mais destacada desse retorno reside na mudança de função de certas peças. De forma resumida, tinha-se o 4-1-4-1 com a direita como lado forte, através das interações de Éverton Ribeiro-Rodinei aliado a aproximações de Diego e infiltrações nas entrelinhas de Paquetá, com Vinicius Jr oferendo amplitude, desmarques de ruptura e vitórias individuais pela esquerda, com Henrique Dourado/Vizeu oferecendo profundidade e referência entre zagueiros. Assim se destacou taticamente a equipe que jogou até a 12° Rodada do Brasileirão 2018 sob o comando de Maurício Barbieri.

Entretanto, nesse jogo contra mais um clube paulista, o Flamengo entra em campo num 4-3-3 com o tripé de meio-campo composto por Diego-Rômulo-Paquetá, com o Camisa 10 como um meia-esquerda que recebia a bola rente à linha lateral e cortava as linhas tricolores em diagonal aproveitando as movimentações de Marlos Moreno como ponta-esquerda agudo, de vitórias individuais e linha-de-fundo, enquanto Éverton Ribeiro exercia a função de ponta-construtor que no primeiro tempo circulou por basicamente todas as faixas do campo de ataque, mas que ao longo da segunda etapa se fixou mais à direita. Como principal diferença ao modelo de jogo proposto anteriormente, tem-se alternância nas subidas dos laterais, mesmo de Renê, dotado de grande poder defensivo, mas questionáveis predicados técnicos para assistir ao ataque.

O jogo inicia em alta rotação, com o São Paulo acionando nas beiradas Rojas e Éverton Cardoso através de Hudson e Nenê, enquanto Flamengo tinha em Diego e Éverton Ribeiro seus principais carregadores de bola. O primeiro, além de auxiliar na saída pela esquerda, tinha no drible curto e giros de corpo a ferramenta técnica para quebrar as linhas e buscar o pivô de Guerrero ou infiltrações de Éverton Ribeiro e Paquetá na bola longa, como no belo drible da vaca aplicado sobre Diego Souza e o imediato lançamento ao ponta-construtor ainda aos dois minutos de partida, que não se conclui em finalização por intervenção de Hudson no rebote ofensivo.

Já Éverton Ribeiro flutua em busca de interações que o fornecesse opções para pôr em uso todo seu recurso técnico para passes verticais e assim criar vantagens táticas que permitisse bom posicionamento para o último passe. No entanto, pouco circulou pelo último terço de campo, jogando sempre próximo à base da jogada, sendo o responsável pelo antepenúltimo/penúltimo passe da construção ofensiva, com pouca presença na zona de conclusão. Exemplificado com êxito em todas as bolas longas que tentou (5), mas sem nenhum passe decisivo, o que não é de seu feitio. Por comparação, Paquetá acertou 6 de 7 bolas longas e teve 2 passes decisivos. Diego por sua vez, terminou o jogo com uma ótima chance criada, 3 passes decisivos e 3 de 6 bolas longas com sucesso.

No aspecto defensivo, o Flamengo mantém a usual pressão alta e intensa para retomada da bola após perda, principalmente com Renê, Paquetá, Marlos Moreno e Éverton Ribeiro, com até permanência do lateral fechando o corredor na linha mais avançada ou intermediária. Com isso, tem-se uma marcação mais intuitiva, exigindo leitura de seus jogadores para interceptação antes da mesma sair da base da jogada ou ligação-direta para um contra-ataque. O lateral inverso fecha a última linha, deixando-a temporariamente como linha de 3 com Léo Duarte de zagueiro central, com partida correta na cobertura de Rodinei, assim como nos frequentes duelos com Diego Souza. Quatro cortes, um triplo-duplo nos quesitos chutes bloqueados, interceptações e desarmes, concluindo com 8 duelos vencidos de 10 os destaques do jovem zagueiro que se firma cada vez mais como titular.

O São Paulo, de forma mais cautelosa, ocupa seu próprio território em um 4-4-1-1 variando para 4-2-4, na tentativa de povoar a intermediária de tricolores para buscar saídas rápidas de contra-ataques através de erros de passes ou lançamentos. Ao ter a primeira linha de marcação sobrepujada, povoa um lado do campo com a flutuação de Jucilei-Hudson, buscando manter vantagem numérica do numero de defensores sobre o número de atacantes. Esse movimento obviamente esvazia a quantidade de pressão na zona central, onde Guerrero com liberdade pudesse ser perigoso com seus característicos desmarques de apoio e capacidade técnica para reter e abrir espaço para infiltrações na área. Entretanto, tal perigo inexiste pelas ótimas versões em campo de Arboleda-Anderson Martins que anulam o espaço de ação do atacante peruano, e de Militão, ganhando máximo de vitórias individuais possíveis em duelos com Marlos pela ponta.

Para quebrar essa estrutura defensiva, Barbieri aposta em um ataque mais amplo ao invés de povoar e determinar um lado forte com maior interação entre jogadores em um espaço mais curto, como usual no pré-Copa. (1) Mantém um jogador que dê opção rente à linha lateral para alargar a última linha ao puxar o lateral ao corredor; (2) opção de profundidade pelo centro, para evitar avanços e botes dos zagueiros; (3) infiltrador que dê a opção de ruptura e desestabilize no entrelinhas, seja recebendo o passe ou apenas confundindo a marcação e; (4) opção de amplitude pelo lado inverso. Com essa quantidade de alternativas, o portador da bola tem também a possibilidade de atacar os espaços vazios em jogada individual. E nessas janelas de oportunidade, Diego se destaca.


Aos 4′ (1T), após retomar a bola em rebote ofensivo, Diego em gesto corporal ilude a marcação ao simular um cruzamento para a área e dá um passe vertical para Renê que tinha sido esquecido pela marcação, após sua infiltração não ter sido negada por interceptação de Militão.


Logo aos 5′ (1T), mais uma retomada de bola na saída paulista, dessa vez por intervenção de Réver acima da linha de meio-campo, e coordenação ofensiva da equipe, permite opções que Diego consiga acionar com qualidade no entrelinhas.

Vale destacar o quão versátil Paquetá se apresenta em todos os estágios da partida e o quão crucial é para a estruturação do ataque e compensação necessária para os avanços de Rodinei. Quando Rodinei sobe, guarda posição fechando o meio em um doublepivote com Rômulo ou até mesmo assumindo a posição, para que Rodinei e Éverton Ribeiro retornem por dentro pressionando o portador da bola. Na saída, articula e distribui como um autêntico controlador de tempo. Pausa, acelera as jogadas, lê os movimentos das linhas adversárias buscando passes verticais. Ao Éverton Ribeiro circular na base da jogada, infiltra-se como mais uma opção de profundidade. Na transição ofensiva, ataca os espaços vazios como ponta. Caso lhe seja permitido espaço pela meia-cancha com giros de corpo ou tabelas curtas, avança entrelinhas como típico enganche sul-americano. Falta mais polidez em suas ações e mais controle na plasticidade de seus gestos e dribles, mas cada vez mais se coloca como um dos poucos todocampistas de alto nível jogando em campos brasileiros.

Mas a dificuldade de transformar o desempenho técnico em chances claras de gol advém das vitórias táticas são-paulinas após os 17′ (1T), que foram fundamentais para conter o ímpeto rubro-negro e a consequente abertura do placar: a soberania de Militão no duelo contra Marlos Moreno. Marlos foi muito acionado enquanto esteve em campo, e ainda que tenha mostrado disposição e qualidade com 1 passe decisivo, êxito nas 2 bolas longas que tentou e em 4 dribles de 7 (com destaque para a belíssima jogada no 2º tempo, quando passa por três jogadores dentro da área), foi devidamente anulado pelo lateral-direito adversário. É inegável que a fase técnica e física do defensor é superior ao atacante colombiano. 3 interceptações, 3 desarmes, 6 cortes e gigantes 13 duelos vencidos de 17. Atuação decisiva para o início dos desajustes do sistema rubro-negro que vinha bem até o momento.

Com a inoperância de seu ponta que tinha a função de abrir a defesa, Renê começa a cada vez mais participar das triangulações e chegar à linha de fundo (mantendo seu deplorável rendimento com apenas 1 acerto em 9 cruzamentos), empurrando Marlos mais à quina da aérea, entre Militão e Arboleda, e deixando todo um corredor para ser atacado por Rojas.

Réver não está na sua melhor forma física, sem ritmo de jogo, além de não ter velocidade para acompanhar atacantes rápidos mesmo em seu 100%. Obviamente se tornaria elo fraco da cobertura ao lateral-esquerdo, cedendo terreno aos avanços de Rojas e espaço para o mesmo acelerar a transição ofensiva, seja com inversão buscando as costas de Rodinei ou partindo para a jogada individual buscando a linha de fundo sobre o zagueiro que se mostrou incapaz de contê-lo. Thuler deveria ter sido mantido após as ótimas partidas que teve.

Com a mudança de posicionamento, Guerrero é empurrado para dentro da área, obrigado a ser o centroavante de referência e finalização que não consegue exercer com a mesma qualidade. Maioria de seus toques e participações foram dentro da área, onde não consegue se impor e ao encarar às ótimas versões de Arboleda e Anderson Martins, se viu sufocado. Guerrero agrega ao time saindo da área e cedendo espaços para infiltrações; pivô na zona de pressão para gerar vantagem tática para quem vem de trás. No duelo mais físico dentro da área, peca muito. E ao ser engolido a partir dos 25 min do primeiro tempo, quando a defesa são-paulina fechou as ações de Marlos e o encaixotou entre os zagueiros, perdendo todo seu diferencial. Virou jogador comum.

Essas duas vitórias táticas sobre Marlos e Guerrero limitaram as opções ofensivas com ambos, exigindo maior participação dos laterais, como já dito. E essa sucessão de fatos causou uma falha na estrutura da equipe. Por ser o primeiro jogo pós-Copa, a equipe não está em seu melhor encaixe tático para conseguir pressionar com qualidade na saída de bola e recompor com velocidade. Sobrecarregou o meio-campo que precisava compensar com imposição física e mobilidade. Tudo que Rômulo não consegue oferecer a equipe. Longe dos números do titular, ruiu o miolo da defesa que precisou em demasia de Paquetá para não ficar completamente exposta.

Com a marcação encaixada, anulando as grandes armas rubro-negras (ainda que chegando perto do gol com Paquetá em cabeceio na trave de falta cobrada por Diego aos 43’), o gol rival sai no segundo tempo em lance fortuito, mas que já vinha sendo cantado ao longo de toda a partida. Maioria dos rebotes ofensivos de cobranças de falta e escanteios geravam contra-ataques perigosos, já que esperavam sobra fora da área dois jogadores com baixa capacidade de superar duelos físicos: Rodinei e Marlos Moreno.

E em uma jogada com erros crassos em sequência, sai o gol do São Paulo, abrindo o marcador aos 3 minutos do segundo tempo. O Flamengo ganha rebote de escanteio com Marlos Moreno que recua para Renê na intermediária. Lateral tem como opção Diego rente à linha lateral, mas prefere tentar uma inversão para Éverton Ribeiro na direita pelo alto, interceptada por Reinaldo. Paquetá tenta dar combate, mas não consegue evitar que na sobra Éverton Cardoso acione Nenê em velocidade. Erra o primeiro cruzamento acertando Renê, mas devido a lentidão de Rômulo e Rever, tem muito tempo para decidir como fazer o segundo. Ao cruzar novamente na área, Rômulo tira bisonhamente fraco a bola de dentro da área que vai parar em Réver, que também não consegue chutar a bola para arquibancada. Falha crucial dos dois. Tiveram duas chances para sumir com a bola da defesa. Cederam mais uma oportunidade, e dessa vez a bola puniu. Rojas cruza em curva com perfeição para Cardoso se infiltrar nas costas de Rodinei, distraído, e de peixinho testar sozinho para colocar os visitantes em vantagem.

A partir disso a equipe se lança ao ataque, pelo desespero de decidir rapidamente as últimas escolhas que já não estavam boas, pioram, e Éverton Ribeiro começa a decair cada vez mais seu desempenho e junto o seu vigor. Ao mesmo tempo, o São Paulo peca pela falta de qualidade para aproveitar os espaços cedidos pelo Flamengo na ânsia de buscar o empate. Em uma das poucas jogadas bem executadas pelo centro da defesa são-paulina, Éverton Ribeiro lança para Marlos que cruza para trás. Diego se antecipa e escora para Guerrero em um dos raros momentos que consegue se livrar da forte marcação dos zagueiros, que cabeceia fraco para defesa de Sidão, aos 51′.

Aos 57′, cruzamento certeiro de Diego da intermediaria encontra Marlos desmarcado dentro da área, que o mesmo não domina e recua para Sidão. Na devolução de gentilezas, Nenê chuta colocado pra fora da meta de Diego Alves. Como Rômulo pouco auxiliava na saída de bola, ficando plantado no centro do campo alheio à marcação, São Paulo aperta nas perseguições, com um jogador acompanhando um rubro-negro até receber a bola. Hudson pressiona e agride Diego, que vem para receber o passe na saída de Paquetá. O mesmo se desvencilha com um giro e tenta acionar Marlos que é antecipado na altura do meio-campo por Militão que o acompanhava. Marcações quase individuais buscando interromper o fluxo desde a base da jogada. Com isso os visitantes ganham terreno e deixam o relógio correr, que incita ainda mais nervosismo e erros de passes simples, como dois passes por elevação errados em sequência por E. Ribeiro. Paquetá assusta com chute rasteiro de fora da área que Sidão quase aceita.

E aos 62’, temos a estreia de Uribe com a camisa do Flamengo. Guerrero então começa a circular mais como um segundo atacante enquanto Uribe se mantém mais adiantado. Em alguns momentos, inverte. Na recomposição, time fecha no 4-2-3-1 com a linha de 3 composta por Diego–Ribeiro-Uribe e Guerrero poupado da marcação mais à frente. Aos 65’, Diego desce até a base da jogada e aciona o apoio de Guerrero em ligação direta. O atacante peruano, em um dos raros momentos de supremacia na partida ganha pelo alto de Arboleda e Militão, a bola sobra à feição dentro da área passando direto por Anderson Martins e Uribe, então cabe a Paquetá que intuitivamente se projeta no espaço vazio já esperando que tal situação acontecesse, e chuta mascado com força. Sidão espalma em ótima defesa, Uribe pega a sobra, bem posicionado, hora de se consagrar… por preciosismo, tenta buscar o canto direito o máximo possível, acabando por chutar para fora do gol.

Logo no lance seguinte, inversão de Diego buscando Paquetá pela direita. No peito, na grama, cruzamento na cabeça de Uribe, que cabeceia forte, para o chão, mais uma ótima defesa de Sidão.

E os minutos continuam passando, mais jogadores caem alegando cãibras. O São Paulo continua perigoso nos contra-ataques de bolas paradas. Rodinei não é páreo para a velocidade de Éverton Cardoso. Ao mesmo tempo, o camisa 22 luta com as próprias pernas e canelas e perde oportunidades.

A defesa são-paulina bloqueia chute da entrada da área de Guerrero. Do outro lado, Léo Duarte bloqueia chute de dentro da área em contra-ataque puxado por Diego Souza. E aos 27’, no primeiro contra-ataque rubro-negro da partida, Diego aciona na velocidade Uribe que invade a área…e aqui pode se ter inúmeras justificativas. Falta de confiança ao já ter tido duas chances claras de gol; pisado na bola por realmente acreditar que era o chute de um ângulo difícil. Difícil saber. Mas Uribe hesita, espera a marcação seguir seu movimento de chute, pausa e rola para Guerrero que espera a bola no pé ao invés de ir ao encontro dela e fuzilar a meta paulista. Não o faz, e Hudson se antecipa afastando qualquer perigo.

A partir daí, Rômulo sai para entrada de Trauco, visando melhorar a qualidade dos cruzamentos para os dois centroavantes e Paquetá. Depois, em ação protocolar, sai Éverton Ribeiro, exausto e já abaixo da crítica, para entrada de Sávio. Garoto que constantemente entra em fogueiras, não foi diferente. Mostrou potencial, até certo brilho ao pegar adversários exaustos, mas logo caiu ao rendimento dos demais. Longos minutos de acréscimos, mais oportunidades de boas chances sendo desperdiçadas no último passe. Expulsão, cera, acabou. Flamengo perde para o terceiro colocado, que agora fica há um ponto e na sua cola pela liderança do Brasileiro.

Barbieri mudou a proposta, tentou adequar o time ao substituto de seu volante titular. Peca no excesso de confiança de colocar sem ritmo de jogo Rômulo e Rever, jogadores já lentos, enfrentando um time que abusaria do contra-ataque. O que deixa mais em xeque o por quê de buscar ser tão agressivo e um jogo tão acelerado. Flamengo estava a 4 pontos do rival, o empate não era mal resultado. Não precisava ceder tanto espaço dando liberdade para Renê avançar. O time que soube ter maturidade contra o Corinthians, de girar a bola, pausar, escolher passes com sabedoria, tirar a velocidade do jogo, impôr seu ritmo, nessa partida se mostra afobado e com impetuosidade juvenil de mostrar que era melhor, mas se arriscando a um placar amargo. E dos tão criticados, nada mais natural que neles seria o epicentro das falhas que culminaram no gol. Ainda líderes, ainda marrentos. Mas que nunca se perca a auto-crítica. Falhamos, sucumbimos aos nossos maneirismos. Com calma poderia ter buscado a virada. Que esse seja o sinal de alerta para o desenvolvimento de um time mais maduro.
 

Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Gilvan de Souza / Flamengo

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Matheus Miranda analisa os jogos do Mengão no MRN. Siga-o no Twitter: @Nicenerd04
 

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