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A segunda partida contra Franca será disputada no ginásio Pedrocão, na próxima quinta-feira (23), às 20h

Erick Viana, da equipe MRN Informação

A bola laranja subiu pela primeira vez na final do NBB. No ginásio do Maracanãzinho, Flamengo e Franca fizeram a abertura de um confronto de cinco partidas previstas. Em uma manhã com Olivinha inspirado, esbanjando raça e vibração, o Rubro-negro venceu os paulistas por 82 x 68 e abriu 1 x 0 na série. A segunda partida será disputada no ginásio Pedrocão, em Franca, na próxima quinta-feira (23), às 20h.

Para conquistar o triunfo, o Fla contou também com uma bela atuação do treinador Gustavo De Conti, o Gustavinho, na beira da quadra. O técnico vem fazendo um trabalho incontestável, que trouxe o FlaBasquete de volta à final do torneio, após três temporadas fora. Contra o Franca, o time mais uma vez foi bem armado e fez um jogo impecável, tanto na defesa quanto no ataque. 

Vitória com casa cheia


Foto: Marcelo Cortes / Flamengo

Jogando diante de sete mil pessoas dentro do ginásio, o Mais Querido do Brasil se impôs já na primeira etapa, quando Marquinhos iniciou muito bem e o time demonstrou uma superioridade defensiva. A melhor defesa do campeonato marcou com eficiência no perímetro, dificultando os arremessos de três pontos de Franca. Desse forma, o Flamengo fechou a primeira parcial em 20 x 15. 

Time de Gustavinho também mostrou-se atento aos rebotes, marcando os reboteiros que vinham de fora do garrafão. Apostando em uma rotação menor que, segundo técnico rubro-negro, era uma opção melhor contra o estilo de jogo do time de Helinho, o Mais Querido continuou superior, encerrando o segundo quarto com 16 pontos de frente: 48 x 32. 

Na sequência, o Orgulho da Nação chegou a abrir 20 pontos, já no segundo tempo de partida. A partida equilibrada defensiva e ofensivamente, garantiu ao Mengo o placar de 66 x 51, na terceira parcial. Na última etapa, a defesa, mais um vez, foi o grande destaque, fazendo com que Franca chegasse apenas a 68 pontos, cerca de 20 a menos da média que a equipe costuma pontuar em seus jogos. O placar final ficou em 82 x 68. 

Os destaques

Se você leu “destaque”, então precisamos falar de Olivinha (de novo). O “Deus da Raça Rubro-Negra” do basquete foi o dono da partida, não só na vontade e na garra, que pareciam vir impulsionadas das arquibancadas, como em estatística em mais de um fundamento. O capitão do Mengão foi o cestinha com 23 pontos, sendo eleito o MVP do jogo. 

Mas nem só de pontos vive um MVP. O ala-pivô ainda pegou oito rebotes, quesito em que também foi o melhor do dia. Levantando a torcida em diversos momentos, o camisa 16 só não liderou as assistências, atributo dominado pelo argentino Franco Balbi, que deu oito passes pra cesta, seguido por Marquinhos (5), e Varejão (4). Olivinha se destacou tanto que o ala Marquinhos rasgou elogios ao craque na zona mista. 

“Atuação do Olivinha foi fantástica. Teve um bom aproveitamento, brigou nas duas partes da tabela. Dificultou muito a vida do Lucas Dias. Teve uma leitura muito boa, pois teoricamente a posição quatro estava ajudando muito, era um cara que dava espaço. Ele conseguiu preencher esse espaço, e ajudou muito a gente pra ir pro jogo”, disse Marquinhos.

Marquinhos também falou com a imprensa na zona mista


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