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O lateral-esquerdo do Flamengo, camisa 16, foi convidado do programa “Bem Amigos” nesta segunda-feira (9/9). Confira os melhores trechos.

Rafael Sacharny, do MRN Informação

O Flamengo vive seu melhor momento na temporada. Os comandados de Jorge Jesus estão atualmente na liderança do Brasileirão com cinco vitórias seguidas, além de semifinalistas da Libertadores.

O Rubro-Negro tem um ataque impecável, mas também começa a ter destaque na parte defensiva, que só levou 3 gols nos últimos 7 jogos.

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O bom rendimento da defesa se deve cada vez mais ao melhor entendimento entre a dupla de zaga Rodrigo Caio e Pablo Marí com os consagrados laterais Rafinha e Filipe Luís, que retornaram ao Brasil após longo tempo atuando na Europa.

O lateral-esquerdo do Flamengo, camisa 16, foi convidado do programa “Bem Amigos” nesta segunda-feira (9/9) e falou muito sobre o seu início no clube, como era sua relação com Simeone (técnico do Atlético de Madrid) e agora o trabalho com o português Jorge Jesus.

Filipe Luís também comentou da sua decisão de jogar no time que torce e sobre a nova joia do Flamengo: Reinier, de apenas 17 anos.

Atlético de Madrid 

“Para fazer as contratações, eles analisam todos os aspectos, fora de campo, a inteligência do jogador. É muito difícil entender o jogo do Simeone. Trabalhar com ele é um espetáculo. Fiquei os sete anos com ele e vi uma reformulação de tudo no clube. A intensidade e exigência é grande até nas férias.

Decisão de acertar com o Flamengo 

“Desde janeiro eu tive propostas, como a boa oferta que o Borussia fez. Mas o Flamengo me ofereceu uma coisa única, que é fazer história no clube, ser campeão. Não queria ir para um clube para brigar por 3º,4º lugar. Eu vim para o Flamengo porque tem um grande time e com ambição de ser campeão, além de jogar no time do meu coração no Maracanã com a torcida que faz a diferença. Foi uma decisão que foi se amadurecendo até o fim do meu contrato com o Atlético de Madrid.” 

“É uma sensação diferente. Na Europa eu tive ambição de atingir o máximo no futebol. Mas agora, fazendo tudo por amor, eu tenho ambição de ajudar o meu Flamengo. Já trocava mensagens com o Rafinha antes, lá em março, e via o elenco se fortalecendo, com Arrascaeta, Bruno Henrique, Gerson. O clube hoje oferece um forte time com chances claras de vencer e isso me fez vir.” 

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Filipe Luís na partida contra o Avaí, pelo Brasileirão. Foto: C.R. Flamengo – Divulgação

Trabalho com Jorge Jesus 

Trabalhar com Jesus também é um espetáculo; ele taticamente tem ideias muito claras e explica muito bem. A gente aprende e sente o bom momento junto com a torcida que enche o estádio e sempre pede por mais. O meu perfil de jogo também é esse, me agrada muito propor no ataque e não tive dificuldade, até porque é um trabalho parecido com o Tite, na seleção brasileira.”  

Reinier 

“A gente tem uma safra nova no Brasil muito boa e de variedades, com jogadores fortes fisicamente e também inteligentes. O Reinier mostrou isso na última partida. Ele ainda é leve, mas elegante e joga de maneira semelhante com o Kaká, como Jorge Jesus o comparou. E principalmente tem calma dentro da área, sabe o que fazer na hora de concluir, se é para dar o passe ou fazer a finalização.”

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