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Doze equipes participarão da temporada 2019/2020 na elite do vôlei nacional.

Itallo Andrade, da equipe MRN Informação

Campeão da Superliga C em 2018, o Mais Querido chegou à final da série B mas foi derrotado por 3 sets a 2 contra a equipe de Valinhos. Apesar das circunstâncias, a equipe conseguiu garantir o segundo lugar na Superliga B, marcando assim sua volta à elite do vôlei nacional.

Junto ao título do Campeonato Brasileiro de Vôlei conquistado em 1978 e 1980, o time rubro-negro também possui o troféu de campeão da inesquecível Superliga 2000/2001, quando a equipe liderada por Virna e derrotou a equipe do Vasco. A uma última participação do Flamengo na Superliga foi na temporada 2005/2006.

Comandadas por Luizomar de Moura, Leila e Virna eram as grandes estrelas do time que venceu o favorito Vasco na temporada 2000/2001. Foto: Reprodução Site Oficial

Até o momento, a equipe Rubro-Negra contratou 11 atletas – entre jogadores com bagagem nacional e internacional e jovens promessas – para o novo desafio. Conheça as novas contratações do Vôlei do Flamengo aqui.

Conheça as equipes que enfrentarão o Mais Querido na próxima temporada.

Dentil/Praia Clube (MG)

O Praia Clube, de Uberlândia, disputa a Superliga desde 2008. Foi vice-campeã na temporada 2015/2016 e sagrou-se campeã em 2017/2018. O time mineiro contratou a levantadora Cláudia Bueno da Silva e desfalcou o rival Osasco/Audax.
Títulos na Superliga: 01 (2017/2018)

Minas Tênis Clube (MG)

Considerada uma das equipes mais tradicionais, o Minas participou de todas as edições da Superliga e seu último título foi o Sul-americano de 2019. O time mineiro anunciou seis novas contratações, entre elas estão as bicampeãs olímpicas Thaísa Daher (central) e Sheilla Castro (oposta), além de outras quatros ponteiras.
Títulos na Superliga: 02 (2001/2002 e 2018/2019)

Osasco/Audax (SP)

O time do Osasco é o segundo maior campeão da Superliga: são cinco títulos. Entre as dez novas contratações para a temporada 2019/2020, o time paulista irá contar com as centrais Ana Beatriz Correa e Mara Leão, que defendem a seleção brasileira.
Títulos na Superliga: 05 (2002/2003, 2003/2004, 2004/2005, 2009/2010 e 2011/2012)

Sesi Vôlei Bauru (SP)

Criada em 2005 e profissionalizada em 2009, a equipe paulista entrou na elite do vôlei nacional em 2015. A levantadora Dani Lins, que defende a seleção brasileira, a oposta turca Polina Rahimova e a ponteira americana Sarah Wilhite foram as novas contratações do time Baurunense, além da renovação com oposta/ponteira Tifanny, primeira atleta transexual a disputar competições de alto nível.
Títulos da Superliga: Nenhum.

Pinheiros (SP)

O Pinheiros participou de todas as edições da Superliga, porém, nunca foi finalista. Os paulistanos fizeram até o momento quatro contratações para a temporada 2019/2020. Entre as novidades está a levantadora Érica Adachi, de 31 anos, que foi campeã mundial com a seleção brasileira juvenil.
Títulos da Superliga: Nenhum.

Hinode Barueri (SP)

Com uma equipe profissional lançada em 2012, a primeira participação na Superliga A foi na temporada 2013/2014. Para a temporada 2019/2020, o time paulista não foi ao mercado devido a incerteza dos valores do novo acordo com o Grupo Hinode. Até o momento, Barueri contratou a líbero Nyeme Victoria, eleita a melhor líbero do mundo no mundial de vôlei feminino sub-20, em 2017.
Títulos da Superliga: Nenhum.

São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP)

Terceiro colocado nas edições 2008/2009 e 2009/2010, o time da região do ABC paulista é outro que nunca conquistou título na Superliga. Na 10ª posição na última temporada, manteve a tradição de participar de todas as edições.
Títulos da Superliga: Nenhum.

Valinhos (SP)

Rebaixado na primeira participação na Superliga em 2015/2016, o time que leva o nome da cidade que fica na região metropolitana de Campinas, conquistou o título da série B contra o Flamengo na temporada 2018/2019. O Voleibol Valinhos está sendo econômico nas contratações. Até o momento, somente a levantadora argentina Yael Castiglione reforçou o time.
Títulos da Superliga: Nenhum.

Curitiba Vôlei (PR)

Projeto criado em 2017, o time paranaense é o caçula do torneio. Conquistou a série B em 2018. Quatro novos reforços chegaram ao Curitiba Vôlei: a levantadora Maria Alejandra, a oposta Sara Dias, a atacante Viviane e a central Mayara Santana.
Títulos da Superliga: Nenhum.

Fluminense (RJ)

Desfeita em 1984, a equipe de vôlei do Fluminense foi reativada em 2016 e vice-campeão da Superliga B do mesmo ano. O time carioca contará com a oposta Ana Paula Borgo e a ponteira Mari Cassemiro para a temporada 2019/2020.
Títulos da Superliga: Nenhum.

Sesc Rio de Janeiro

Maior campeão da Superliga, o time do Rio de Janeiro era o antigo Paraná Vôlei Clube e durante muitos anos carregou o nome da Unilever ou produtos (Rexona/Ades) até que o SESC se tornasse o parceiro principal. Conseguiu o feito de chegar à 14 finais consecutivas. Após mau desempenho na Superliga, o time carioca anunciou oito reforços para a temporada 2019/2020. Entre as novas contratações, estão a oposta Tandara e as levantadoras da Seleção Brasileira Fabíola e Thaís.
Títulos da Superliga: 12 (1997/98, 1999/2000, 2005/2006, 2006/2007, 2007/2008, 2008/2009, 2010/11, 2012/13, 2013/14, 2014/15 e 2015/16)

A Superliga 2019/2020 será transmitida pelo canal SporTV, na TV fechada, e pela RedeTV!, na TV aberta. O campeão da Superliga participará do Campeonato Sul-americano de Clubes. Os dois últimos colocados serão rebaixados para a série B na próxima temporada. A CBV ainda não divulgou a tabela. Na última temporada, os jogos se estenderam de novembro de 2018 até maio de 2019.

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