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O Flamengo está próximo de fechar a contratação por empréstimo de Gabigol. Enquanto o clube carioca precisa atender a algumas exigências feitas pelos nerazzurris, o West Ham, que apareceu como principal concorrente do clube carioca na negociação, apesar de concordar com as exigências, esbarrou no visto de trabalho solicitado pela Premier League – o mesmo que fez com que Douglas, ex-Vasco, não pudesse atuar pelo Manchester City -, e ficou mais está distante do atacante.

Resumidamente, um atleta estrangeiro pode atuar no Reino Unido caso tenha uma porcentagem mínima de participações na sua seleção nos últimos dois anos – a porcentagem varia de acordo com o ranking da Fifa. O atleta e o time também podem recorrer a um sistema de apelação que pontua critérios como valor da transferência, salários pagos, competições e clubes passados.

Entenda as porcentagens exigidas pelo visto:

Seleções 1-10: +30% de jogos exigidos nos últimos dois anos

Seleções 11-20: +45% de jogos exigidos nos últimos dois anos

Seleções 21-30: +60% de jogos exigidos nos últimos dois anos

Seleções 31-50: +75% de jogos exigidos nos últimos dois anos

* O período de dois anos é reduzido para um ano no caso de jogadores com idade igual ou inferior a 21 anos.

Critério de apelação

3 pontos:

O valor da transferência tem que estar no top 25% entre todas as transferências para clubes da Premier League nas duas janelas anteriores;

O salário pago ao jogador tem que estar entre os 25% dos 30 principais salários pagos pelo clube;

2 pontos:

O valor da transferência tem que estar entre o 50º e o 75º% entre todas as transferências para clubes da Premier League nas duas janelas anteriores;

O salário pago ao jogador tem que estar entre o 50º e o 75º% dos 30 principais salários pagos pelo clube;

1 ponto:

O clube atual do atleta está em uma liga Top 3 e o jogador atuou em 30% ou mais na liga nacional;

O clube atual do atleta jogou as fases de grupo da Champions League, Europa League ou Libertadores no último ano e o jogador atuou em 30% ou mais na liga nacional;

* O jogador que atender a no mínimo quatro pontos terá seu caso reavaliado, o que não garante ainda seu visto de trabalho.

Outras duas apelações:

* Se o jogador não cumprir a revisão do sistema baseado em pontos, há um exame secundário em que, se o jogador marcar cinco ou mais pontos, o painel pode recomendar que um pedido seja concedido. Os pontos podem ser marcados se, por exemplo, o jogador jogou nas rodadas finais de qualificação da Champions League, Europa League ou da Copa Libertadores nos últimos 12 meses e o jogador jogou em 30% ou mais dos minutos da liga nacional. A revisão nesta fase é mais flexível, o que significa que o painel pode levar em consideração as circunstâncias se nenhuma taxa de transferência for paga (talvez porque o jogador tenha chegado ao final do contrato) ou se o jogador satisfizer alguns, mas não todos, os critérios automáticos.

* Se o jogador não conseguir marcar cinco pontos ou mais, há uma etapa de revisão final durante a qual outros argumentos podem ser feitos se houver circunstâncias atenuantes que estão além do controle do jogador ou associação nacional (por exemplo, uma lesão ou suspensão de longo prazo que impediu que o jogador jogasse no último ano).

As informações foram traduzidas do artigo no site Daniel Geey


*Créditos da imagem destacada no post e nas redes sociais: Ivan Storti/Santos

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