Por Tiago Cordeiro – Do Cronista Esportivo
 
Fora da Copa do Mundo, Diego ficou fora mesmo da lista de reservas para a seleção do técnico Tite. A coerência duvidosa do treinador da seleção brasileira preteriu o meia a Paquetá, destaque rubro-negro mas jamais convocado nesta era verde e amarelo. Mais do que isso é a morte de uma ideia equivocada sobre o atual camisa dez da Gávea.

Tite falava em Diego como o ritmista, armador, o pensador… Após sua saída, Diego foi visto e convocado muitas vezes desta forma. Mas seu melhor futebol não é restrito ao meio campo. O meia cresce quando joga atrás de atacantes entrando na área. Ao invés de cadenciar e lançar, toques precisos na entrada da área e finalizações fatais. Uma pena ver que jogou poucas vezes dessa forma ao lado de Guerrero, o centroavante que sai da área e arma para quem entra.

As declarações firmes de Diego sobre sua ausência podem revelar uma linha de pensamento. O meia pode desistir de vez a adaptação a um jogo que não é o seu e abraçar o espaço onde rende melhor e ainda desequilibra. Melhor para o líder Flamengo em busca do hepta.
 

Imagem destacada nos posts e nas redes sociais: Flamengo / Divulgação

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Tiago Cordeiro é jornalista e publica no blog Cronista Esportivo. Siga-o no Twitter: @cronistaesporte

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