O técnico Zé Ricardo afirmou que não mudou de ideia e pretende escalar os titulares contra o Fluminense na final da Taça Guanabara, mesmo com o jogo acontecendo apenas três dias antes da estreia da Libertadores, competição mais importante para o clube na temporada. Ele não confirmou, porém, se isso significa que o time será o mesmo que vem sendo escalado neste início de temporada.

– Essa é a ideia. Não mudamos de opinião. Mantivemos o time que vinha jogando contra o Vasco. Mas o Fluminense é diferente do Vasco. É forte no ataque, e precisamos estar equilibrados, principalmente em relação a nossa posse de bola. Vai ser um grande jogo. O Fluminense tem uma campanha irretocável em 2017. Está numa crescente, credencio como um dos favoritos para a temporada – afirmou. – Não tem grandes mudanças, o que a gente tem é a possibilidade de um ou dois jogadores que não vem iniciando a partida poderem iniciar. Mas seria uma questão estratégica, pontual. Amanhã no apronto a gente deve definir se vai com uma ou duas alterações ou não.

O técnico admitiu que existe o risco maior de lesões no jogo do que no treino, mas disse que, na pior das hipóteses, confia no elenco para substituir eventuais lesionados contra o San Lorenzo.

– A ideia é foco total na final da Taça Guanabara. O trabalho não tem como ser desmembrado. Ao final do jogo, vamos tentar mudar o canal para focar no San Lorenzo. Um complicador é que o Campeonato Argentino ainda não começou, eles só jogaram partidas amistosas com portões fechados. Mas temos que nos concentrar no Fluminense e depois irmos forte na Libertadores. Eu vivo no dia a dia e estou focado na Taça Guanabara. Depois do apito final a gente muda o canal pro San Lorenzo.

Ele afirmou que vencer a Taça Guanabara dará a possibilidade de rodar o elenco na Taça Rio e priorizar a disputa da Libertadores.


– Nós vivíamos a Taça Guanabara com muito glamour. Houve mudanças no regulamento e formato. Isso tirou um pouco a importância. Mas queremos a taça. Vai começar a Libertadores, depois o Brasileiro. Vencer a Taça Guanabara nos dá a oportunidade de usar todo o elenco (na Taça Rio).

O técnico lamentou a indefinição sobre a presença da torcida do Flamengo no estádio – o clube ainda tenta cassar a liminar que impõe torcida única nos clássicos, no caso, do Fluminense, que foi sorteado como mandante.

-Acho lamentável. O que vemos na Europa são as ligas se fortalecendo. Isso traz atletas de mais qualidade, mais torcida, mais dinheiro. Quando tentamos fazer comparação com aqui, vemos que ficamos parados. Só vamos chegar a um acordo quando estivermos todos juntos. Foram duas semifinais com menos de 10 mil pagantes no total. Agora a final pode ser que não tenha torcida. Lamentável. Espero que não aconteça e no futuro seja tratado como folclore – afirmou.

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