Para o jornalista, o time rubro-negro pagou o preço por achar que poderia vencer a qualquer momento, por conta do 1 a 0 no jogo de ida.

O técnico Zé Ricardo entrou com uma formação com 4 jogadores ofensivos, que não privilegiou a tomada do meio-de-campo. Com isso, aos poucos, segundo o comentarista, o time chileno foi dominando as ações.

“O Flamengo não adiantou a marcação. Dava muito espaço na esperança de matar o jogo com uma bola esticada na velocidade de um contra-ataque. Não deu certo porque o time pareceu preguiçoso”, explica Roman.

Até que em uma falta bem batida por Valencia, no rebote Cereceda, ex-jogador do Figueirense, abriu o marcador. Muito espaçado, atacando com 4 jogadores e mantendo 6 atrás, sem contanto marcar bem, ao final da primeira etapa o Palestino foi coroado com o segundo gol. O bom jogador Valencia acertou um chute de longe e Muralha aceitou.

No segundo tempo o Flamengo voltou com o mesmo time mas com outra postura. Precisando de dois gol em 45 minutos Zé Ricardo não deixou de tirar Mancuello e Sheik do banco para ajudar o time misto a empatar a partida. Porém, o pênalti convertido por Alan Patrick não adiantou os esforços do Flamengo. Que pareceu esgotado fisicamente.

 

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