O Flamengo negou a informação dada pelo procurador-geral da Bolívia, Ramiro José Guerrero, de que o clube tenha voado no avião da companhia boliviana Lamia que caiu na semana passada matando 71 pessoas na Colômbia, entre jogadores, comissão técnica e dirigentes da Chapecoense e jornalistas. O gerente de comunicação do Flamengo, Tiago Pereira, disse em sua conta no Twitter que o Flamengo “nunca contratou” serviços da Lamia.


O procurador-geral da Bolívia, um dos responsáveis pela investigação da queda do avião, tinha afirmado em entrevista à rádio colombiana Blu que o Flamengo foi uma das 25 equipes que usaram o avião acidentado desde agosto, possivelmente por recomendação da Conmebol.

Segundo Guerrero, sete equipes brasileiras usaram o avião, possivelmente por indicação da Conmebol, todas para a disputa da Copa Sul-Americana: Cuiabá, Vitória, Coritiba, Sport, Figueirense, Flamengo e Chapecoense. A aeronave também teria sido utilizada pelas seguintes equipes de outros países: Independiente, San Lorenzo, Estudiantes, Lanús, Banfield e Belgrano (Argentina), Cerro Porteño e Sol de América (Paraguai), Blooming e Real Potosí (Bolívia), Real Garcilaso e Huancayo (Peru), Emelec (Equador), Palestino (Chile), Montevideo Wanderers (Uruguai), La Guaira (Venezuela) e Junior de Barranquilla (Colômbia), além do próprio Atlético Nacional. Também foi utilizada pelas seleções da Argentina, Bolívia e Venezuela.

– Tenho uma cópia da lista das equipes que esse avião transportou só de agosto até novembro. Estamos investigando, pedimos aos procuradores do Brasil e da Colômbia que façam os contatos com os respectivos clubes, para esclarecer qual era a forma de contrato, quanto se pagava, se os voos eram diretos ou havia escala. E vamos pedir que a Procuradoria do Paraguai solicite informações à Conmebol. Aparentemente, essa empresa cobrava preços muito abaixo do que outras empresas cobravam para esse tipo de voo.

Após o acidente, o Globoesporte.com publicou uma reportagem sobre os voos do Flamengo, líder de viagens aéreas no Brasil em 2016 pelo fato de não ter um estádio para jogar no Rio pela maior parte do ano. A reportagem diz que o Flamengo viajou para o Chile em um voo fretado da Gol. Na ocasião, o clube divulgou a seguinte nota:

“Durante a temporada de 2016, seguramente o Flamengo foi o clube que mais viajou no país, percorrendo a distância de duas voltas e meia em torno da Terra. Neste período, por diversas oportunidades, o Flamengo optou por voos fretados para melhorar a logística e dar mais conforto aos jogadores e à comissão técnica. Geralmente, a agência responsável faz uma cotação nas quatro principais companhias aéreas do Brasil (Avianca, Azul, Gol e Tam), levando em consideração, claro, horários, custo, capacidade, dias de utilização e distância percorrida.”

 
 
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