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Gerrinson R. de Andrade | Twitter: @GerriRodrian

 

Conhecemos nosso país em sua unidade,
mas o reconhecemos pelas partes distintas, seus pedaços.



Em todo canto, brasileiros aparentam uma certa identidade,
um tipo de persona que nos parece justificar a integralidade territorial.

No fundo, nem há tanta diferença entre o paraense e o paranaense,
sotaque, costumes, alimentação, nada muito além.

Vai ver, tudo gente bem igual,
nas divergências locais, inventadas na política.
Só os bairrismos bobos das urbes.

De fato, há muita beleza numa república continental,
geograficamente pronta para dominar o planeta,
uma federação formada por Estados que se amam e se ajudam.

E o flamenguista, este cúmplice de Getúlio Vargas, é a argamassa que torna este país coeso.

O Flamengo uniu mais que a Bandeira Nacional e é a estratégia que ainda refuta a ideia de dissolução do país.

Diante, entretanto, de tanto desconcerto, de um inteiro que parece nunca funcionar,
quem é que pode se ofender com a simples reflexão de uma nova recomposição na América do Sul?

O Brasil é tão grandão que permitiria um dezena de novos países,
que eventualmente poderiam já nascer mais bem sucedidos na arte republicana.

Ou não.

Tem casamento que dá certo, tem casamento que precisa de esforço pra dar certo
e tem casamento que não dá certo nem com todo o esforço do mundo.

De repente, há muita diferença entre o paraense e o paranaense,
valores, necessidades, conflitos, muito mais além.

Vai ver é o Padrão Globo que força a barra,
quer todo mundo falando igual, sorrindo igual,
nos mesmos erres e esses,
forçando a novela por uma uniformidade que nem existe.

Vai ver o Flamengo tem culpa nisso, faz o cidadão de Olho D’Água das Cunhãs,
de Curuá, de Lagoa do Mato e de Rio Novo do Sul se sentirem parte da federação, do mesmo jeito.

Muito flamenguista do Sul  já se imaginou torcendo pelo Flamengo de um outro “país”; muito flamenguista nordestino já também, em reflexão sobre o separatismo, pensou o que seria o Brasil se o Brasil não fosse mais o que é, com Campeonato do Nordeste, sem Brasileirão, Libertadores mais acessível, cada novo país cuidando do próprio futebol.

E assim muito anti flamenguista, em seus desesperos, sem compreender a força rubro-negra, arrancando mato em todos os lugares do país, deve ter sonhado com um mundo onde o Flamengo é de outro país, assim como o Milan, o Barcelona e o Bayern.

Talvez o ódio desta gente sucumbisse afinal e talvez até se percebesse Mengo também, aliviado de seus rancores territoriais.

Orra, é Mengo!

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Gerrinson R. de Andrade escreve no Blog Orra, é Mengo, da Plataforma MRN Blogs. A opinião do autor não reflete necessariamente a opinião do Mundo Rubro Negro.

 

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