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Difícil entender a inscrição de César Martins no Ferjão 2016.

O zagueiro, que chegou ao Flamengo no meio do ano passado, nunca agradou e só tem contrato até o final de junho, quando voltará ao Benfica.

Imaginando que o Flamengo não seria louco ao ponto de contratá-lo em definitivo, sua inscrição em um torneio no qual o clube joga de forma compulsória não faz muito sentido.

Ainda que alguém imagine o estadual como uma competição que vá além de um mero teste preparatório para o segundo semestre, não dá pra afirmar que o zagueiro acrescente muita coisa tecnicamente.

É uma situação completamente diferente do Calleri, que já chega no São Paulo com data para partir, mas, em teoria, será titular em um clube que disputa a Libertadores.

O caso de César Martins é outro. Ainda que nosso elenco de zagueiros seja fraco, não faz sentido investir minutos em um ativo do Benfica. Mesmo que ele se encaixe e passe a jogar bem, o maior beneficiário seria o clube de Lisboa.

A solução ideal teria sido a antecipação do fim do contrato de empréstimo, mas, supondo que os Encarnados não tenham aceitado, uma alternativa mais lógica seria reservar essa vaga para jogadores que continuarão no elenco quando a temporada começar para valer e deixar nosso bravo César de lado.

 

 


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