Você já ouviu falar no filme “Número 23” (The Number 23)? Esse filme conta a história de Walter Sparrow (Jim Carrey), um funcionário do canil municipal, que recebe de presente o livro “The Number 23” no dia de seu aniversário 02/03 (MM/DD). Ao ler o livro ele vai começando a se identificar com o autor e passa a ver o número 23 por toda parte. O relógio marca 9hs14mins pm, seu casamento foi realizado no dia 10/13, 10886 era o número do Al Capone na cadeia, não importa para onde olhasse, tudo dava 23.

Walter começa a ficar louco e tenta se livrar desse número. Ao procurar pistas do autor descobre que ele mesmo escreveu quando era mais novo. Os crimes descritos foram cometidos por ele. Para tentar repará-los, o mesmo se entrega e é julgado por seus crimes, mas esse número amaldiçoado não sai da sua cabeça.

Uma pessoa assim seria diagnosticada com Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC), uma doença que afetava 5 milhões de brasileiros até o início da 14ª edição do Campeonato Brasileiro em formato de pontos corridos, mas que desde então afeta pelo menos mais 40 milhões. São 40 milhões de pessoas vendo um determinado número em todos os lugares.

Eles lembram que o último título do Brasileirão conquistado pelo Flamengo foi há 7 anos em 2009 (9 – 2 = 7). Nosso goleiro, o Muralha (7 letras), foi convocado para a seleção (7 letras). O clube foi fundado em 1895 (1 + 8 – 9 + 5 = 7). Não há uma lógica, só é preciso encontrar um caminho que dê esse número como resultado.

Além do número, um cheirinho vem sendo sentido por todo o mundo. Seria esse mais um sintoma de TOC ou algum tipo de histeria coletiva que leva essas pessoas a sentirem o mesmo cheiro?

Ah, esse filme foi lançado no ano 7 deste milênio; o diretor se chama Joel Schumacher, que tem 14 letras que divididas pelos dois nomes dá 7, que é a metade da classificação etária do filme. Não digo mais nada! Agora vou ali conferir que cheirinho é esse que estou sentindo aqui perto.

Essa frase aqui é só para completar o sétimo parágrafo.