Igor Pedrazzi | Twitter @igor_pedrazzi

 

resenha rubro negraDomingo, Flamengo e Santos. A equipe desce para o vestiário no intervalo com 2 x 0 no placar. No segundo tempo, nosso goleirão Paulo Victor, que já salvou a gente várias vezes, se inspira em Martín Silva e dá mole nos dois gols que sofremos. No primeiro gol, com contribuição do zagueiro César Martins. Além do argentino Canteros, que assiste Lucas Lima passar do seu lado, ficando sozinho pra finalizar no segundo. A galera do “eu já sabia”, começa a se manifestar.



Durante a semana, inúmeras manifestações implorando a não escalação de 3 volantes. E pronto, time com dois volantes e jogando muito bem no primeiro tempo. E, não querendo mudar a configuração da equipe, ele opta por Gabriel no lugar de Alan Patrick. E foi apedrejado mais uma vez, por manter a formação. A torcida que ajoelhava para pedir a não escalação de 3 volantes, reclamou o resto do domingo pedindo a entradas de Luis Antônio. Sim! O LUIS ANTÔNIO, que de uma hora pra outra, virou o novo Adílio, e resolveria completamente o problema do jogo, com seus passes errados e sua já conhecida displicência na marcação.

Pediram o volante Cáceres! Ué? Mas e o “Burro! 3 volantes não”, onde foi parar? Posso prever quais seriam as reclamações da imensa maioria.

“Meu Deus! 3 volantes em casa, tá chamando os caras!”

“Retranqueiro de merda, covarde!”

“Joga o time pra frente, o Cáceres é muito lento!”

O sentimento paternalista com os jogadores aqui no Brasil é deprimente. Duas falhas grandes nos dois gols, e se o treinador erra, muitos esquecem dos erros dos protegidos. Se você não fizer milagre nesse deserto de qualidade que é o futebol brasileiro, toma porrada até cair. O 7 x 1 é eterno.

O que seria o ideal ontem? Um meia de qualidade para a vaga do Alan Patrick, pra conseguir segurar a bola no campo de ataque. Mas o que a gente tem? O que tínhamos no banco era o poderoso Almir. Seria bom também, termos um atacante experiente no banco, pro time lançar a bola e ele conseguir proteger, pra desafogar o time. Mas Eduardo da Silva e Alecsandro foram embora, e quem veio? É, ninguém. Nenhum suplente é  capaz de agregar valor ao time. A diferença de qualidade do time titular para as opções no banco de reservas é gritante.

E o treinador, que optou por manter os dois volantes, seria criticado da mesma forma caso colocasse os três homens de contenção em casa.

E aí, o que vocês querem? Semana contraditória, não? Se não focar na corneta, tu acaba se perdendo. Se você não quer 3 volantes, e o cara é burro por fazer isso nos jogos, como que tu me pede 3 volantes no domingo seguinte? Ontem ficou feião. A verdade é que alguns sempre tem uma pedra na mão, só esperando a merda feder pra arremessar.

Boa semana pra todos. #VamosFlamengo


 

Uma última observação: acho o Cristóvão Borges mais do mesmo aqui no Brasil. Um treinador limitado como todos os outros. E o considero o menor dos problemas do Flamengo hoje. É pra ficar até o final do ano e em 2016 focarmos num treinador de primeira linha. 

 

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