Menos de três meses após o Flamengo pagar pela recolocação do gramado no Maracanã para antecipar o processo de reabertura do estádio, a falta de manutenção causada pelo calote à empresa responsável pela manutenção e a falta de fornecimento de luz no estádio, que impede a irrigação, fez com que o gramado esteja completamente destruído, o que permite supor que, caso haja um acerto para a reabertura do estádio, será necessário trocá-lo novamente.

Uma imagem aérea registrada pela CBN expõe o estado lamentável no qual se encontra o gramado, que não recebe manutenção desde o dia 28 de dezembro, quando o estádio foi palco do Jogo das Estrelas, organizado por Zico.

A reinstalação do gramado respondeu por boa parte dos R$ 344 mil registrados no borderô do jogo de reabertura do Maracanã, Flamengo x Corinthians, sob a rubrica “preparação do estádio”.

Uma visita do “Globo” ao Maracanã na semana passada revelou o estado de absoluta degradação no qual o estádio se encontra quatro meses após o fim da Paralimpíada. A Odebrecht diz que o Comitê Rio 2016 não cumpriu as cláusulas do contrato e se recusa a reassumir o estádio – o que não impediu o governo do Estado de autorizar que a empresa negocie a venda da concessão com dois consórcios interessados, numa operação que pode render até R$ 60 milhões à empreiteira.

Sem poder jogar no estádio, o Flamengo está reformando o campo da Portuguesa da Ilha e já pediu autorização à Ferj para mandar seu jogo de estreia no Carioca na Arena das Dunas, em Natal.


Leia onze perguntas e respostas sobre a situação do Maracanã.

 
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