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Diogo Almeida (Twitter: @DidaZico)

Proibida de participar da Taça BH Sub17 pela entidade máxima e estúpida do falido futebol carioca, o Flamengo não vai acionar a CBF para intermediar uma improvável liberação. O caminho será trilhado pelos tribunais.

O advogado Michel Assef Filho (hoje prestando serviço terceirizado ao clube) é o responsável pela preparação do recurso no TJD-RJ. O clube não é otimista em relação a um desfecho positivo, e, por isso, um outro recurso em instância superior (STJD) é quase dado como certo.

Contudo, em hipótese nenhuma o Fla pensa em não participar da Taça BH. Caso saia perdedor nos tribunais, é consenso entre os dirigentes que a punição seria apenas financeira, pois existe previsão expressa no CBJD e no RGC da FFERJ para esta hipótese.

ENTENDA O CASO
O Movimento Futebol de Base (espécie de liga moral composta de vários clubes, entre eles Flamengo e Fluminense) está boicotando o Vasco. A medida ocorre porque o clube comandado por Eurico Miranda aliciou o meia-atacante Paulo Vitor, que atuava no Fluminense. Por causa do episódio, o Movimento exige a exclusão do Vasco em competições não organizadas pela CBF.

A Federação de Futebol do RJ, hoje uma aliada adestrada pelo clube de São Januário, simplesmente proibiu os clubes cariocas de participarem da tradicional competição mineira.


Sobre a notícia que o Fluminense teria feito um pedido a CBF para interceder no caso, ela não é verídica. O que de fato o Fluminense pleiteou foi uma indenização pelo aliciamento do jogador. Segundo apurações do MRN, o Vasco será efetivamente multado pela atitude.