O lateral-direito Léo não se reapresenta amanhã junto com o resto do elenco para a pré-temporada do Flamengo. O clube ainda não chegou a um acerto com o Atlético-PR, mas acredita que acabará havendo um acordo para a permanência de Léo no clube de Curitiba que também seja benéfico ao Flamengo, e espera obtê-lo ainda esta semana.

Léo foi contratado em 2014 e nunca se firmou no Flamengo, enfrentando uma série de lesões e tendo atuações abaixo da crítica em partidas decisivas na Libertadores e na Copa do Brasil. No ano seguinte acabou emprestado para o Internacional, onde também não foi bem. Em 2016, foi cedido por um ano ao Atlético-PR, onde havia se destacado no Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil de 2013 antes de ser comprado pelo Flamengo ao Vitória, que o havia emprestado ao clube paranaense naquele ano. Em Curitiba, Léo reencontrou seu futebol e virou peça fundamental no time titular do técnico Paulo Autuori, que conquistou a vaga para a Libertadores com o sexto lugar no Campeonato Brasileiro.

Apesar do bom campeonato, o Flamengo descarta reaproveitar o jogador, já que já conta com Pará e Rodinei para a posição. Como Léo só tem contrato até o fim do ano, essa é a última chance do Flamengo recuperar parte do investimento. O MRN ouviu de uma fonte ligada ao futebol do Flamengo que Léo só continuará no Atlético-PR se houver “um negócio bom para a gente”. Esse negócio pode envolver a chegada por empréstimo com passe fixado do meia-atacante Marcos Guilherme, de 21 anos e com passagem pela seleção sub-20, embora o vice-presidente de Futebol Flávio Godinho tenha chamado de “mera especulação” a informação dada no fim do ano passado pelo empresário do jogador de que teria autorizado o Atlético-PR a negociar seu cliente com o Flamengo.

Outra opção envolveria algum acordo em torno da liberação do atacante Marcelo Cirino, cujos direitos federativos pertencem ao Atlético-PR, para o Internacional – negócio complicado justamente pelas várias partes com interesse na negociação, que incluem ainda o fundo Doyen, dono de metade dos direitos de Cirino e credor do Flamengo pela cessão do atacante. Um dos empresários de Marcos Guilherme, Pablo Miranda, também trabalha para Marcelo Cirino e declarou semana passada que “faria de tudo para viabilizar este negócio”.

Uma terceira possibilidade envolveria o simples pagamento de alguma quantia pelo Atlético-PR ao Flamengo, mas o MRN não conseguiu apurar por qual valor o Flamengo aceitaria ceder o lateral. O certo é que Léo não volta a jogar – e nem a treinar – pelo Flamengo.


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