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A mudança do relacionamento do clube com seu torcedor deve ser comemorada

 

Por Graziella (Twitter: @rubrone_gra)

 
Junho de 2013: o placar eletrônico do estádio Orlando Scarpelli em Florianópolis, onde o Flamengo joga “em casa” pelo Brasileirão contra o Náutico, convoca a torcida do Flamengo “a fazer a sua parte”, estampando frases como “tem gente que só reclama”.

Outubro de 2016: o Flamengo, operando a comercialização de ingressos para a tão esperada volta ao Maracanã, suspende a venda online antes do previsto, “em respeito às centenas de pessoas que passaram a madrugada na fila”.

A mudança brusca no relacionamento do clube com sua torcida deve, sim, ser comemorada. Cada vez mais presente nas redes sociais, principal canal direto com seu torcedor, o Flamengo passou a ser ainda mais adorado por seus seguidores, ao adotar uma postura boa-praça e preocupada com sua torcida. Méritos da Comunicação do clube, que ao atuar de forma profissional, faz com que todas as áreas colham ainda mais frutos do trabalho bem feito e, ENFIM, explora positivamente a relação de amor e adoração que a torcida tem com o Fla.

Talvez a peregrinação rubro-negra por tantos estádios e aeroportos Brasil afora tenha tocado corações e mentes no Flamengo. Sair da “disneylândia da Gávea” (conforme já escrevi aqui no Mundo Rubro-Negro em O Parquinho de 40 Milhões) e conhecer um pouco da realidade de milhares de torcedores do clube em outros estados pode ter feito muito bem a quem nos comanda. Eis um ponto positivo para este 2016 romeiro.
 

Reprodução

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Mas pode ser também que alguém tenha se debruçado sobre os recordes que o Flamengo bate a cada ano (de venda de camisas, de assinaturas pay-per-view, de ingressos fora do Rio e até de presença em aeroportos) e tenha chegado à (óbvia) conclusão que a torcida do Flamengo é um trunfo que nenhum clube no mundo tem – e que, portanto, jamais deve se resumir a “quem paga ST” ou ser tratada como “gente que só reclama”.

Pagar ou não um programa de sócio-torcedor diz respeito à história pessoal de cada rubro-negro. Não é a adesão a um programa (ainda claudicante – mas isso é tema para outro textão) que se mede o apoio incondicional do torcedor. Quantas histórias já ouvimos de quem deixou de comprar algo pra família pra comprar um ingresso? Ou de quem não podia pagar o ingresso e foi ao aeroporto ver o time? Ou até mesmo daquele que não podia nem mesmo ir ao aeroporto, mas pediu o cartão do vizinho emprestado pra pagar o Manto oficial em 10 suadas parcelas? Cada torcedor, um mundo à parte.

Acho justo que neste momento de volta ao Maraca se privilegie quem paga o programa. Mas vejo com imensa alegria um legítimo interesse do Flamengo em atender também ao torcedor que ainda não pode pagar. Porque viver o Flamengo, seja como for, é direito de todos… afinal, não importa se a pipa é solta no ventilador ou ao ar livre: o que vale é a emoção do voo. E de voar, convenhamos, urubu entende como ninguém!

[Eu sou a Graziella (@rubrone_gra) e teria um desgosto profundo se faltasse o Flamengo no mundo]

 
Leia + da Graziella no Cultura RN: O Parquinho de 40 milhões

 
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