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Renovação é a palavra do momento


O Flamengo foi derrotado dentro de casa, mas pode se reconstruir. Que sirva de lição.

Rafael Lisboa (@rafinhalisboa) - Para o Resenha Rubro Negra
Time posa para foto com o prêmio pela terceira colocação. (Foto: Fiba Americas)

Time posa para foto com o prêmio pela terceira colocação. (Foto: Fiba Americas)

No último final de semana, no Ginásio do Maracanãzinho, foi realizado o Final Four da Liga das Américas, e obviamente, a expectativa pelo bicampeonato do Mengão era enorme. Mesmo sabendo que era difícil vencer um embalado Bauru, que vinha de 26 jogos de invencibilidade, a confiança de que a junção do time experiente e cascudo mais a Nação, poderia ajudar o time nessa difícil missão.

No sábado, o primeiro jogo da noite, o Bauru como esperado, passou por cima do Peñarol da Argentina sendo o 1º classificado à final em busca do inédito título. No segundo jogo da noite, embalado pela sua torcida o Flamengo começou muito bem o jogo, chegando a abrir 13 pontos no início do jogo, mas a partir do segundo período, o que parecia um jogo fácil, se tornou difícil. O Flamengo passou a errar muito e o Pioneros (México) se aproveitou bem para abrir 10 pontos no meio do último período.

A partir disso, apareceu a mágica união entre time e torcida, que fez com que o Orgulho da Nação reagisse e conseguisse levar o jogo para a prorrogação. No tempo extra o que se viu foi uma sucessão de erros de jogadores experientes, como Marcelinho Machado que errou dois lances livres seguidos, algo raro. No fim, a equipe mexicana venceu por 82 x 81, acabando com o sonho do Bi, deixando um clima de velório no Maracanãzinho, coisa que eu jamais tinha visto.

No Domingo, pela disputa do 3º lugar, o Flamengo foi um time mais concentrado, e se aproveitando da fragilidade do adversário bateu o Peñarol por 97 x 81, ficando com a 3ª posição.

Mas vamos ao que interessa: o que aconteceu nesse final de semana, já vinha sendo uma tônica da temporada. Ao ganhar a Liga das Américas e o Mundial Interclubes ano passado, o Flamengo só buscou reforços pontuais, ao contrário do Bauru que reformulou completamente o seu elenco, e com isso foram brindados com o inédito título da Liga das Américas, conquistado ontem.


As saídas de Tony Washan e de Shilton, principalmente a do segundo, não foram devidamente repostas. A confirmação disso, é que quando o Flamengo precisou no jogo contra o Pioneros, de um jogador que fosse para cima, disputasse os rebotes de todas as formas fazendo o chamado “jogo sujo”, além de segurar e levantar a moral dos companheiros como fazia o Shilton, mesmo sem ser um primor na parte técnica, longe disso.

Acredito plenamente no trabalho do José Neto e equipe, e no trabalho do Marcelo Vido e Alexandre Póvoa, por isso espero que essa derrota, sirva para mostrar que precisamos reformular nosso elenco, para que o Orgulho da Nação continue dando muitas alegrias.

 

@MRN_CRF

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