Luiza Sá | @luizasaribeiro

Diogo Donate e sua família foram alguns dos vários torcedores que saíram de suas cidades para prestigiarem o FlaBasquete nesse grande dia. Apesar da derrota, eles não desanimaram e curtiram o momento mesmo assim.

 

“Foi um jogo festivo, muitas crianças, muitas famílias reunidas para torcer. Todos já esperavam a derrota, é claro, pois a NBA é outro mundo, mas 17 pontos de diferença não foi algo tão elevado assim. O sistema do jogo com os intervalos interativos não deixou o ânimo cair e o time correspondendo em quadra não deixando o Magic se distanciar demais também foi muito motivador.”

Morador de São Paulo, Diogo contou que não poderia deixar de participar de um momento como esse e ainda colocou Jerome Meyinsse como um dos grandes responsáveis pela conquista do carinho da Nação.

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“Seria um momento histórico para o clube e não é qualquer dia que um time da NBA vêm ao Brasil. Foi uma oportunidade única de participar de um momento muito importante para a história do clube. Sem contar que o Meyinsse tem sido um grande cabo-eleitoral deste time, e ajudou a motivar a família toda a vir assistir ao jogo”, disse Diogo.

Nos últimos anos, o Flamengo ganhou mais espaço no cenário nacional quando conquistou todos os títulos que poderia. A torcida abraçou o time e tem sido o sexto jogador. O crescimento no esporte anima.

“Assistimos alguns jogos em São Paulo contra Pinheiros e Paulistano. Nos deixa muito felizes ver o Flamengo crescer nos esportes olímpicos também. Somos um clube multi-esportivo e, portanto, devemos ser fortes em tudo, mas cada um sendo autossustentável. Essa é a maior alegria, ver que o basquete cresce com as próprias pernas, não dependendo do futebol (como a natação fez alguns anos atrás).”


Apesar do clima de festa, alguns aspectos de organização deixaram a desejar. Além da área do HSBC Arena estar em obras – o que gerou muitas reclamações de quem foi – o acesso aos assentos estava confuso. Vale lembrar que o evento foi produzido pela NBA, não pelo Flamengo.

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“Além da distância a ser caminhada (minha esposa está grávida de 6 meses e tenho um filho de 1 ano e 10 meses), haviam dito que o transporte deixaria mais perto, mas ficamos na avenida. Após isso ainda tivemos que ficar dando voltas na linha de fila, podia haver uma direta ou orientação para tal”, disse. “Após subir a rampa, ninguém informava por onde subiríamos para o nível 3 e não permitiram o uso dos elevadores, alegando que não chegavam lá. Quando finalmente chegamos lá em cima, tinha elevador sim, mas não podia usar”, completou.

O Mundo Rubro Negro agradece o Diogo e toda a sua família pela disponibilidade.