A Amsterdam Arena e a GL Events são as duas empresas que integram o consórcio com a CSM, que tenta comprar do consórcio liderado pela Odebrecht a concessão do Maracanã e tem acordo com o Flamengo e Fluminense para a realização dos seus jogos no estádio pelos próximos 32 anos, quando termina o prazo original da concessão.

A Amsterdam Arena é a responsável pela administração do estádio do Ajax, considerado um dos mais modernos da Europa. Já a GL Events já tem a concessão do Riocentro e da HSBC Arena. As duas empresas teriam o capital necessário para pagar os cerca de R$ 40 milhões que a Odebrecht pretende receber pelo repasse da concessão.

Em reunião no Palácio Guanabara com o governador Luiz Fernando Pezão, no início da semana, o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, teria garantido que Botafogo e Vasco poderão jogar no estádio quando assim desejarem. O governo estaria preocupado com a possibilidade de o Maracanã pertencer a só um ou dois clubes. Por isso, o governo teria cogitado ceder a concessão ao consórcio formado por Lagardere e BWA, segundo colocado na licitação de 2013, com quem, entanto, o Flamengo já disse que não vai se associar. No caso do consórcio CSM-Amsterdam Arena-GL Events, no entanto, a posição é diferente.

– Não posso falar sobre detalhes negociais, mas a solidez financeira do Flamengo e dos parceiros garantem qualquer projeto – disse Bandeira de Mello ao blog do jornalista Rodrigo Mattos, no UOL.

Além das três empresas, a AEG, que detém 5% de participação no atual Consórcio Maracanã, também estaria em negociações para integrar o novo grupo.


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