Fala flamengada, todos na #paz? O texto dessa semana tá na mesa, vem comigo nessa resenha.

Vou começar falando que estamos 100% no ano, 7 jogos e 7 vitórias, e até tivemos bons testes, como por exemplo os dois jogos contra times B de outros times da série A. Apesar de não terem sido duas boas partidas, serviram para mostrar o que ainda precisa ser acertado no time.

Vimos também uma partida do time reserva que foi boa para dar oportunidades e ver quem pode somar nesse elenco. Algo que vimos novamente nesse domingo diante do Madureira. Vizeu e Paquetá voltaram da seleção sub20 e já mostraram serviço. Zé deu oportunidade aos dois e viu um dar o passe para o gol do Mancuello e outro fazer um golaço de cobertura, o seu primeiro no profissional. Tudo que nós queríamos ver e estamos vendo, oportunidades para os garotos da base.

Pará com visual Rubro-Negro em seu jogo de número 100

Mas em relação ao time fica aquela preocupação de sempre: a garra em campo.

Eu confio no elenco e me atrevo a dizer que é o elenco mais qualificado que eu já vi o Flamengo ter em toda a minha vida de torcedor, mas ainda falta algo sabe, falta aquela vontade de vencer, aquele famoso “sangue nos olhos”. Vimos um jogo tenso contra os reservas dos chorões, parecia que a palavra “clássico” estava pesando. E sábado que vem já temos mais um clássico, que já começou nos bastidores, com declarações de cá e de lá.


Mas a verdadeira contagem regressiva é a de pouco mais de 20 dias até a estreia na Copa Libertadores, a nossa maior ambição, e eu ainda sinto falta daquela “vontade de não perder” em campo. Já vimos o clube não dar a devida importância para competições internacionais inúmeras vezes, colecionando vexames e eliminações contra times infinitamente menores.

Esse ano não pode ir pelo mesmo caminho. Nós só temos o agora para trabalhar, para enraizar nesse time aquela garra e vontade características do clube, tudo aquilo que nos rendeu nossas glórias até hoje. E que hora melhor do que uma semifinal contra a baranga?

Tenho muita fé também na Arena da Ilha, fé de que ali renascerá a mística entre torcida e time e que eles aprenderão o que é jogar pelo Flamengo, jogar pela Nação e com a Nação. Nos arrancaram o Maracanã, nos impediram de torcer no templo sagrado, fizeram o elo entre torcida e time enfraquecer, mas eles nunca conseguirão nos conter para sempre. Não há força maior do que o amor que sentimos pelo Flamengo.

E o medo do lado de lá já começou, estão 100% focados em demonizar o clube e sua torcida. Mas vamos com fé que desde o ano passado as forças rubro-negras entraram em sintonia de novo.

Até a próxima, SRN.

 
George Castro é colaborador do Mundo Rubro Negro desde os primeiros dias. Já escreveu matérias no MRN Informação e agora desfila suas opiniões aqui no blog Resenha Rubro-Negra
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