O conselheiro Eduardo Vinícius de Souza, que causou polêmica ao questionar a homenagem que o Flamengo pretende fazer à Chapecoense em seu uniforme na partida contra o Atlético-PR, foi um dos escolhidos pela comunicação do clube para representar a torcida do clube em vídeos divulgados no Twitter na véspera da reabertura do Maracanã, contra o Corinthians.

Souza obrigou o presidente do Conselho Deliberativo, Rodrigo Dunshee de Abranches, a incluir na pauta de uma reunião marcada para a próxima quinta-feira a aprovação da colocação do escudo da Chapecoense e de dizeres do hino do clube catarinense. Ao Globoesporte.com, ele tentou se explicar:

– Eu acho que havia inúmeras formas de homenagear a Chapecoense, principalmente pelo momento. Sou contra a colocação do escudo porque isso não está de acordo com o manual. Colocar o escudo no uniforme é a maneira menos criativa possível – disse Souza.

O Manual de Uniformes de Competição do Flamengo proíbe em seu artigo 5.1 a inclusão de emblemas ou sinais de outros clubes na camisa.

Essa não é a primeira polêmica envolvendo Souza e uniformes do Flamengo. Em 2011, quando era presidente da Comissão de Uniformes do Clube, o conselheiro assumiu a responsabilidade pela inscrição “Tokio”- em vez de Tóquio ou Tokyo- nas camisas comemorativas dos 30 anos da conquista do Mundial.


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