O Ministério Público Federal, que já apontou o pagamento de propina pela Odebrecht ao ex-governador Sérgio Cabral e membros do seu governo para assumir as obras de reforma do Maracanã, agora investiga também se houve pagamento de suborno para a concessão que deu ao consórcio formado pela Odebrecht e pela IMX, do grupo EBX, a administração do estádio por 35 anos.

Segundo o colunista Lauro Jardim, do Globo, o MPF trabalha com a informação de que um pagamento de R$ 1 milhão pela EBX ao escritório da advogada Adriana Ancelmo, mulher de Cabral, estaria relacionado à vitória do consórcio na licitação do Maracanã. A IMX tem 5% do consórcio. A suspeita surgiu porque não foi encontrada prova de nenhum serviço jurídico prestado pela ex-primeira-dama ao grupo do empresário Eike Batista.

Caso as suspeitas se comprovem, a licitação do Maracanã pode acabar anulada, o que afetaria as tratativas do consórcio Odebrecht para repassar a concessão. O Flamengo, que idealmente desejaria assumir a concessão do estádio, chegou a um acordo com a empresa britânica CSM para mandar seus jogos no estádio por 32 anos caso ela consiga comprar a concessão da Odebrecht. Mas o consórcio que ficou em segundo lugar na licitação em 2013, formado pela francesa Lagardere e pela BWA, também deseja assumir a concessão. Ontem, o presidente Eduardo Bandeira de Mello voltou a afirmar que o Flamengo não fará acordo com a Lagardere.

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