O gol que decidiu a partida de ida da final do Campeonato Carioca contra o Fluminense foi o terceiro marcado pelo meia-atacante Everton em clássicos este ano e o quarto em oito duelos contra os três grandes rivais municipais desde a chegada do técnico Zé Ricardo.

A fase artilheira contra Fluminense e Botafogo — nas duas partidas contra o Vasco sob o comando de Zé Ricardo, o camisa 22 não marcou — é um contraste total em relação ao desempenho anterior de Everton em clássicos desde sua estreia pelo Flamengo em 2008.

Com outros treinadores, o meia-atacante já tinha enfrentado 25 vezes o trio de rivais e marcado uma única vez — num amistoso contra o Vasco em Manaus no início de 2015. Ele precisou de 17 clássicos para enfim balançar as redes de um dos três adversários.

Agora, Everton tem cinco gols em 33 clássicos. Marcou logo no primeiro clássico que jogou na gestão Zé Ricardo, contra o Botafogo, no Brasileiro do ano passado. E este ano já foi às redes dos adversários em três clássicos – contra o Botafogo pelo primeiro turno do Carioca, e duas vezes contra o Fluminense, na decisão da Taça Guanabara e ontem. Só não marcou contra o Vasco, mas sofreu o pênalti decisivo convertido por Diego na semifinal da Taça Guanabara, que quebrou um jejum de nove jogos sem vencer o time de São Januário.

Curiosamente, no Carioca, Everton só marcou em clássicos – nos três jogos que disputou contra pequenos, não balançou as redes. Na temporada, ele tem quatro gols — marcou também contra o Grêmio, na Primeira Liga.

 
 
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