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Conselheiro agredido por Capitão Leo envia carta esclarecendo fatos

Conselheiro agredido por Capitão Leo envia carta esclarecendo fatos

mrn infNesta terça-feira, dia 17, às 19:30h, o Conselho Deliberativo (CoDe) vai julgar o recurso de Leonardo Ribeiro contra a suspensão de 30 dias que recebeu.

 

Da Redação

 

Acusado de agredir o conselheiro Carlos Goes – que à época do acontecido tinha 68 anos –  nas dependências do clube, Capitão Léo, como é conhecido o ex-presidente da Torcida Organizada Jovem Fla (TJF), tenta se livrar da expulsão do quadro associativo do Clube de Regatas do Flamengo, ou seja, não pode mais entrar na Gávea. Ele também tenta a revogação da suspensão contra as agressões verbais ao ex-Vice-Presidente de Marketing, Luiz Eduardo Baptista, o Bap. O Estatuto do Clube prevê expulsão em caso de duas suspensões em um prazo de apenas um ano.

 

Abaixo, o MRN Informação transcreve o email que o sócio Carlos Goes, mais conhecido como Joca, enviou para alguns conselheiros do Flamengo e cujo conteúdo tivemos acesso.

 

Prezados Associados e Conselheiros do Clube de Regatas do Flamengo,

Tomei conhecimento hoje, 11 de março, às 17:50, do parecer formal da Comissão criada pelo Presidente do Conselho Deliberativo do Clube de Regatas do Flamengo. Esse parecer atende à apelação do Sócio Leonardo Ribeiro, contrário à apuração dos fatos decorrentes do grave incidente do qual fui vítima, durante a reunião desse Conselho, realizada em 22 de outubro de 2013 e cujo processo foi apurado pelo Conselho de Administração e pela Comissão instituída especificamente para apuração dos fatos. Essa Comissão foi presidida pelo Grande Benemérito Dr. Michel Asseff, tendo o Grande Benemérito Dr. Marcus Faver como relator e o Sócio Emérito Dr. Theophilo Antonio Miguel Filho como o revisor. Nesse sentido, venho a declarar:

1) Jamais fui convocado formalmente para prestar qualquer depoimento, sendo apenas comunicado, informalmente, que seria instalada uma comissão no Conselho Deliberativo para apuração da covarde e lamentável agressão física e moral que sofri;

2) No que se refere â minha pessoa, NADA do que está referenciado nesse parecer a meu respeito é verdadeiro. Ressalto que não tenho nenhuma relação pessoal com o requerente, que nunca houve pedido de desculpas ou reconciliação por parte dele, nem jamais recebi qualquer manifestação de arrependimento pela agressão que fui vítima;

3) Ratifico, por inteiro, o depoimento que prestei pessoalmente aos membros da Comissão do Conselho de Administração, e na presença do requerente indiciado;

4) A decisão da Assembleia do Conselho de Administração, tomada em 16 de setembro de 2014, que julgou o relatório merece toda minha consideração e restituiu o respeito devido à Instituição – o Clube de Regatas do Flamengo;

5) Entendo ser meu dever esclarecer, antecipadamente, a verdade absoluta dos fatos já que não poderia fazê-lo na Assembleia do Conselho Deliberativo convocada para a apreciação do citado parecer, por limitação de pronunciamento regimental;

6) Assim sendo, preservo meu direito absoluto de retificar os fatos citados no relatório ligados a minha pessoa, reafirmando que, infelizmente, estão em desacordo com a verdade.

Saudações Rubro-Negras,
Carlos Tertuliano de Goes
Sócio Benemérito

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